Wednesday, December 12, 2012

Home sick

Serve este post exclusivamente para tirar uma coisa do sistema....

Recebi uma encomenda dos meus pais hoje, continha bacalhau e umas tacinhas pequeninas, supostamente para quando eu fizer arroz doce ou coisas do género.Não sei porquê, desde que abri a encomenda que tenho crises de choro! E é isto...


Sunday, November 18, 2012

1º aniversário

E eis que na próxima 3ªfeira estarei a comemorar 1 ano de "ajuntamento". Pode não parecer muito, mas considerando tudo o que implica acho que merece comemoração. 
No entanto, o dia coincide com o término de um upgrade no jogo do meu esposo. Isso em termos práticos quer dizer que a única coisa em que ele vai pensar são upgrades e construções... Cheira-me que vai ser algo ao estilo do minuto 1 do vídeo abaixo...


E já que estava na onda do Big Bang, a prenda que encomendei para ele é um polar que diz "Bazinga"... A ver se os USPS a entregam a tempo... guilt trip might work... muahaha

Friday, November 16, 2012

Preguiça...

E é isto... sentada no sofá com o portátil no colo e a mantinha azul em cima dos pés. Está a chegar o tempo de hibernar e não consigo combater a mãe natureza!

Monday, November 12, 2012

Coisas de pessoa desocupada


Clash of Clans no iphone... Gosto? Nem por isso. Jogo? Claro que sim! O B também joga e assim vou seguindo o que ele está a fazer (enquanto no trabalho) no chat do clan.... 

E é isto...

Thursday, November 01, 2012

Dia de Todos os Santos

Segundo a definição que encontrei online:

"A Enciclopédia Católica define o Dia de Todos os Santos como uma festa em “honra a todos os santos, conhecidos e desconhecidos”. No fim do segundo século, professos cristãos começaram a honrar os que haviam sido martirizados por causa da sua fé e, achando que eles já estavam com Cristo no céu, oravam a eles para que intercedessem a seu favor." (from here)

Para mim era o dia em que ia com a minha madrinha e a minha mãe ao cemitério, pôr flores novas nas campas daqueles que amamos e já não estão connosco. Claro que isso só durou até a minha mãe perceber que eu chegava sempre do cemitério com dores de cabeça brutais (não sei se é do cheiro dos crisântemos ou qualquer outra razão mais oculta) e descartar não muito discretamente a minha ajuda. 

Calhava-me então a tarefa de abrir a porta aos meninos do "pão por Deus", que lá na terrinha começavam a bater às portas mais ou menos ao mesmo tempo que as galinhas acordavam... 

E este post porquê? Porque me apeteceu? E porque um bocadinho de mim tem pena de não ir ao cemitério, conversar com a última morada da minha avó e limpar a campa do lado, que estava sempre tristemente abandonada.

Wednesday, October 31, 2012

Halloween


E no meu primeiro dia de Halloween nos EUA só uma vez me bateram à porta! E veio-se a provar que foram fantasmas, porque no tempo que mediou agarrar no saco de Reeses e chegar à porta eles já tinham desaparecido! 

De qualquer forma, espero que tenham tido um dia muito divertido e nada fantasmagórico!

Retrospectiva...mais ou menos

Hoje foi o dia em que consegui reler (quase) todos os posts deste blog. Porque já não me lembrava do que tinha escrito. Houve coisas que li que me fizeram reviver situações que já estavam esquecidas, outras que continuam sem fazer sentido porque não as consigo contextualizar. Outras que me fizeram sorrir... 

Tenho de salientar algo que escrevi no dia 28 de Novembro de 2008. Quase há 4 anos portanto. Foi o primeiro post que escrevi em inglês (felizmente foi coisa que não durou muito). Dizia eu:

"I don’t think I could go abroad for long. Or during holydays, birthday, or any special dates… How could I possibly miss my niece’s birthday, for example? And there are loads of people around us that do it searching for a better live. And they suffer in silence" (in here

Ainda não sei como consegui. Como sobrevivo a dias festivos, em que parece que a alma se me parte em bocadinhos bem pequeninos. Os anos da minha mãe e da minha sobrinha foram até agora as datas mais difíceis. Vá, os meus anos também... Mas o certo é que consigo ultrapassar essas datas, em nome de um amor que há uns anos pensava não ser capaz de sentir. Mas custa na mesma, são dias complicados e que custam a passar. Mas agora percebo um bocadinho melhor a sra brasileira (seja ela quem for) e a dor que sentia. Mas também sei o porquê de não desistir, de superar os dias difíceis por aqueles que são muito melhores. 

E digam lá que não é curioso como as coisas mudam e nos surpreendem?

Tuesday, October 30, 2012

Olha do que eu me fui lembrar...

... deste blog!


E não é que me apercebi que tinha saudades de escrever só porque sim? De partilhar com a www aquilo que me passa pela alma, mesmo que não faça sentido ou não tenha interesse absolutamente nenhum? Vai daí, peguei no portátil para ter a minha pontuação tão querida e cá estou eu no sofá, computador ao colo a teclar. Claro que assim de repente não me lembro de nada que queira escrever ou partilhar, mas fica dado o ponto de partida! 

Até breve! 


Thursday, July 22, 2010

Coisas de gaja sem nada para fazer - 4

É um grande sinal do estado de uma empresa quando um funcionário liga o portátil particular para jogar no Frontierville... Parecendo que não a net portátil é mais rápida que a da empresa...

Wednesday, June 30, 2010

Coisas de gaja sem nada para fazer - 3

"Give me a kiss?"

"I can't, i feel embarassed to"

"Come here!"


Curioso como certas imagens, aliadas a determinadas semelhanças encontradas recentemente despoletam memórias (não que essas memórias sejam muito distantes) que são tão doces...

Este post podia cair na categoria "crónicas de uma reclusa", é oficial o final da reclusão, dos impedimentos, das constrições. Depende apenas de mim e da minha força de vontade recuperar a minha vida e tomar as rédias dela! Fazer aquilo que eu acho que me vai fazer feliz!
Hoje fico por aqui, ainda não me apateceu descer da nuvem ;)


Friday, June 25, 2010

#16 de 2010


Portugal vs Brasil hoje, a partir das 15h. O país vai parar uma vez mais. Milhares de pessoas vão ficar coladas aos ecrãs como se disso dependesse as suas vidas. Pior, como se disso dependesse a sua felicidade.... Não discordo de se torcer pela selecção nacional, também eu o faço. Mas deixar o meu humor à mercê de um jogo? Já chegam as oscilações devidas às variações hormonais ou aos stresses com o trabalho.

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Ontem ao final do dia eu e os meus colegas fomos informados que não há saldo disponível para nos pagar os ordenados no final do mês. Temos de trabalhar mais, encontrar oportunidades onde não as há, vender a nossa alma e a do vizinho se valer mais... Mas por muito que tentemos, tudo o que conseguirmos é para pagar a fornecedores (tem de se pagar as despesas de viagem de férias ao sócio accionista)... Mas hoje podemos sair às 14h para ir ver o jogo se assim o entendermos... E dar-me carta de alforria (aka carta para apresentar no centro de emprego) para poder seguir a minha vida em paz?

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Passei a semana mais feliz da minha vida não há muito tempo (menos de um mês). O único preço que tive de pagar foi o silêncio da minha mãe por uma semana acompanhado de um olhar de reprovação brutal. A seguir várias frases menos bonitas. E agora a táctica algo estranha de ignorarem o sucedido na esperança que tudo volte ao normal... E falar sobre os assuntos? Perguntar, discutir, tentar perceber? Fazer um esforço por aceitar uma coisa nova e ouvir-me?
Silly me, por pensar que se pode falar nos temas todos e resolver as coisas conversando...

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Vou voltar ao trabalho agora. Fingir que efectivamente faço qualquer coisa e esperar que as 6h cheguem. Ou as 17.30, hora em que sai a outra pessoa que também fica à tarde....

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Estou triste e não percebo porquê.... I miss you...

Wednesday, April 28, 2010

Crónicas de uma "reclusa" - 5

Há dias em que o melhor lugar para se estar é lugar nenhum. Trauteio pobremente a estrofe "estou bem, aonde eu não estou, porque eu só quero ir, aonde eu não vou, porque eu só estou bem... onde não estou". Os meus colegas toleram os meus fracos dotes de cantora porque sentem o mesmo. Não estamos bem onde estamos, apesar de não estarmos realmente cá. A corda paira em torno dos nossos pescoços, e eu por mim apenas peço para o laço se apertar de vez e acabar com a espera parva. Com a pressão psicológica a intensificar a cada dia que passa, vamos empurrando o hoje para cima do amanhã, esperando que o depois salte a cadeia.

Decisões pendentes de decisões tomadas e não anunciadas.

Decisões pendentes de decisões ainda não tomadas.

Passo a vida a esperar. Se pensar bem nisso não estou a viver ainda e estou presa numa espera pela vida. Que não chega enquanto não lhe abrir a porta.

Sei o que quero, é simples, mas será concretizável? Será que ser feliz é possível?

Sunday, April 25, 2010

#15 de 2010

Coisas de gaja sem nada para fazer - 2

Cutxi-cutxi que eu acho-o tão querido e queria trazê-lo para casa comigo...

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Eu queria tanto acreditar que as coisas se vão resolver. E que tudo aquilo que me prometes seja verdade. E que os sonhos se realizem. Mas sei que não funciona assim. Por isso, numa estratégia de auto-preservação estou a afastar-me. E a arranjar dificuldades e problemas. Onde não os há verdadeiramente mas a mente retorcida de uma mulher consegue encaixá-los...


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Estou com a neura! Voltar ao trabalho foi (e está a ser) mau de tantas formas que nem sei como começar a enunciá-las....
Isto devem ser sintomas pre-segunda feira... Raio de dia mau!

Thursday, April 22, 2010

Coisas de gaja sem nada para fazer

Numa atitude meramente contemplativa, o moço nesta foto está com um ar jeitosinho à brava!

Entenda-se que estou neste momento em horário laboral. Mas como recebemos ontem um e-mail a informar do nosso despedimento no fim do mês, não vejo propriamente um motivo para me esforçar ou efectivamente trabalhar. Tudo o que houver para fazer para lidar com situações existentes farei, mas com toda a certeza vou evitar novos contactos. Claro que desde ontem o meu excelentíssimo director há-de ter ido ao WC e mudado de opinião, mas agora que levantou a lebre e a possibilidade da minha alforria desta escravidão, não pode esperar que tenha vontade ou incentivo para fazer seja o que for! Perda dele, já devia saber que eu funciono muito melhor motivada do que sob ameaças de despedimento. Been there, done that, he should know better!


Moça (ainda) jovem procura emprego ou trabalho, dando preferência ao primeiro. Prometo não jogar Farmville no horário laboral a não ser que isso conste do contrato de trabalho....cheira-me que isto como carta de apresentação não pegue...

Friday, April 16, 2010

#14 de 2010

Same place, same feeling.

Trabalhar [aqui] faz mal à saúde! Com base num estudo em que sou a principal cobaia há alguns anos consigo declarar isso sem qualquer dúvida. Se me empenhar ainda faço um paper a mostrar os efeitos nefastos deste ambiente. Tenho dito.

Thursday, April 15, 2010

#13 de 2010

De volta a Mordor percebo que os antigos hábitos não morrem, que os trolls e os orcs não aprendem, e que velhos costumes estão tão enraizados que não há a mínima hipótese de extermínio. Passaram-se 6 meses em que estive afastada e protegida "disto". E acalentei a secreta esperança que as coisas mudassem. Para melhor. Engano meu, ilusão pura. De volta à realidade e à certeza inabalável que há pessoas que simplesmente não aprendem. Ou sequer querem aprender. Não estou com isto a dizer que seja melhor que os restantes habitantes de Mordor... Apenas que estou mais disposta a aprender e a evoluir! Lição importante a reter: fuga tem de ser iminente! Ainda descubro que isto é contagioso e não me parece que haja cura para este mal.

Regressar ao activo obrigou-me a retomar antigos hábitos diários de tortura. Refiro-me como é óbvio a acordar cedo e a deitar-me um bocadinho antes da 1 da manhã. Esta última parte ainda está em fase de testes... e curiosamente continuo a odiar levantar-me cedo e ter de cumprir horários. Nisto também sou orc, não consigo perder o hábito de dormir de manhã e gostar!

Sentido deste post: nenhum! Eu sei e lamento-o, mas estou efectivamente a fazer tempo até chegar a hora de almoço. Não consigo fazer mais nada além de ver os minutos passar e esperar que o tempo voe... sabendo de antemão que quando não temos muito que fazer e menos vontade ainda, ele apenas se arraste penosamente...






Tuesday, March 30, 2010

#12 de 2010



Porquê este vídeo? Nenhum motivo em especial. É uma música de que gosto e que me segreda palavras dedicadas. Aquilo que se sente explica-se? Acho que não. Aquilo que se sente esmiuça-se mesmo que nada com sentido surja? Claro que sim!

Aquele momento pelo qual ansiava há 6 meses não chegou... Foi antes adiado por mais 3 (?) meses. Mas subitamente já não sou "reclusa". Tenho a liberdade para sair e retomar a minha vida anterior. Mas não é isso que eu quero! Não quero transportar a minha realidade actual para a minha vida quotidiana. Não a quero tornar na minha realidade. Não quero ter de me adaptar a algo que é provisório. Fuga da realidade? Sem dúvida! Faço-o (in)conscientemente e nem tento evitar.

Voltei ao trabalho. 9h por dia finjo que sou a Paty de antes. Ou seja, finjo que sou a Paty que fingia ser. Mas com adaptações. A fingir que sou a Paty (fingida) de antes perfeitamente adaptada à nova situação. This sucks!


Hoje, naquela minha vida paralela, "perdi" um amigo. Que desistiu daquilo e se vai dedicar a outras coisas. A tricotar ou a viver, não sei bem. Fomos, durante cerca de um ano, inimigos. Depois de uma forma clandestina tornamo-nos amigos. Com esforço e diligência conseguimos dizer que eramos amigos. E agora ele desistiu. E deixou-me, à vista de todos, uma despedida. A mim, à antiga inimiga e depois amiga secreta com quem não falava há meses. Doeu um bocadinho vê-lo partir. Porque da (pouca) piada que ainda achava naquilo, um bocadinho perdeu-se agora... Cya MT...

Tenho mais para escrever... O que me apetecia mesmo era colar aqui a alma. Mas isso implicava que eu soubesse do paradeiro da mesma. Bolas, passo a vida a perder cenas!


Sunday, March 21, 2010

Devaneiros alheios - 1

"Nessas coisas, honra lhes seja feita, os homens são mais irracionais do que as mulheres: são capazes de atravessar um oceano só porque lhes arde um desejo entre as pernas (...)"

in Rio das Flores, Miguel Sousa Tavares

LOLOLOLOLOL

Esta frase, por motivos de índole bastante pessoal, consegue raiar o hilariante para mim!

Se não leu o livro e gostaria de ler, por favor páre a leitura deste post de imediato! Seguem-se comentários que podem eventualmente ser considerados spoilers...
Li este livro porque o meu pai o devorou. Achei que se tinha merecido a atenção dele, poderia seguir-lhe o exemplo e tentar. Conta a história de uma família abastada do Alentejo, mais precisamente de dois irmãos, Diogo e Pedro. Não me vou alongar em explicações, digo só que o Diogo, personagem de quem não gostei (odiei o Pedro ao início, mas acabei por afeiçoar-me...nada como uma personagem sofrida para me conquistar), tinha um amor pela sua terra, pela família e por aquilo que conhecia. Mas tinha também um desejo de conhecer outros horizontes, de procurar no Mundo o lugar que lhe estava destinado, não por nascimento, mas por pertença... E ele tentou, mesmo com as amarras que ficavam para trás e a mágoa de trair o que lhe era familiar. Quem o amava e acarinhava, que lhe amparava as quedas e os devaneios. Família, amigos, terra... Sofreu e magoou muito mais. Perdeu no processo pessoas que lhe eram antes vitais.
Não gostei da personagem por isso mesmo, por ter magoado pessoas que o amavam e que sempre tinham estado lá para ele. mas acabei por me identificar com os sentimentos dele. Procurar o nosso lugar e o que nos completa será assim tão errado?

Tuesday, March 16, 2010

Crónicas de uma "reclusa" - 3

Este fim-de-semana o Sol resolveu fazer uma visita, a preparar a chegada da Primavera. E não fomos imunes ao apelo do calor e saímos, qual réptil em busca do calor que não consegue produzir...

First stop: Foz do Arelho


Com o Inverno que este ano realmente tivemos, o mar resolveu empurrar toneladas de areia e mudar um bocadinho a configuração da baía... já para não falar na areia que ainda está pela estrada marginal, como a provar que a fúria do mar foi grande este ano!

Next stop: S. Martinho do Porto


O mar estava lindo e até deu para sentir um bocadinho de inveja da moça que estava deitada na areia, de óculos de Sol a aproveitar o calorzinho bom que estava.


3rd and last stop: Nazaré




Almocinho com vista para o mar... Restaurante APINHADO, os empregados nem conseguiam passar entre as mesas sem que os clientes sustivessem a respiração para emagrecer uns cms à pressa...
Subimos até ao ponto mais turístico da Nazaré, comi uma castanha do Brasil graças à simpatia de uma nazarena que vendia frutos secos e despedimo-nos do mar por ali...

Rumo a Alcobaça, paragem em Turquel (aqueles queques de amêndoa são mesmo maravilhosos...) e chegamos a casa, um bocadinho mais arejados que antes.

Foi um dia bom, embora de revelações... que ficarão para um posto noutro dia, noutra altura, com outra disposição.

Até breve!