Isto foi sentido, há uns dias... pelo que agora não tem o mesmo valor, ou sentimento, mas como só consegui conciliar tempo livre, uma folha em branco e uma caneta... Isso e não ter mais nada para fazer (comboio...)
The point is: as relações amorosas são complicadas como o raio!!! E isto numa perspectiva totalmente analítica (e contemplativa)!
Que é feito do pacote "e viveram felizes para sempre" que nos impingiram quando éramos crianças e acreditávamos? Não nego as vantagens do "amor", mas as coisas não são mais simples porquê?
Só naquela do resumo rápido, vejo à minha volta:
amores correspondidos com uns fantasmitas que trazem problemas de vez em quando;
amores correspondidos que conseguem ter problemas próprios (nascem mesmo no seio da relação, diz quem vive a coisa que são coisas que acontecem);
amores que já não o são dos dois lados, mas que já o foram em tempos, e que agora ferem;
não-amores...
Este é um tema recorrente, eu sei!!! O que queria era conseguir compreender esta fatalidade do sofrimento nas relações. Será que para elas corram bem têm também de correr um bocadinho mal? E como se lida com o rompimento? E como é que se pode dar os dois ombros a quem precisa deles e fazer com que eles sirvam para alguma coisa?
Hoje na rádio estavam a perguntar o que é que o pessoal queria do Pai Natal. O meu primeiro pensamento foi... bem, não interessa! Mas o que se seguiu, e que é mesmo válido é ter a capacidade de fazer a diferença! De saber dizer as coisas certas... ou estar calada quando devo! E como vcs são o meu Pai Natal, peço-vos isto a vcs! Mostrem-me o que fazer para poder ser a amiga que quero ser e que vcs merecem. Para conseguir ajudar em vez de ser só mais uma melga!