Estamos a 24 horas do casamento! Quando voltarmos às lides da net já a Ju vai estar casada...
E é só isto, não resisti a vir escrever!
Felicidades para vocês, Ju e Dário! Que corra tudo MUITO bem!
Jocas
This is just the online diary of a Portuguese girl living abroad! Disclaimer: all views and posts are just thoughts and feelings, this is like a diary. Comments are encouraged, but judgments not so much.
Friday, August 24, 2007
Thursday, July 26, 2007
Long time no see...
Pode ser o tempo, podem ser os pólenes, posso ser só eu. Mas o certo é que de vez em quando preciso de hibernar. Por períodos maiores ou menores, preciso disso para me encontrar. Vocês que me conhecem já sabem reconhecer os sinais. E percebem-nos. E (sei lá eu como) aturam-me. Nem sabem o quanto vos agradeço por isso. O quanto isso é importante para mim...
Mas hoje venho quebrar o silêncio, até porque já tenho saudades de me ver escrita. É egocentrismo, eu sei, mas também tenho direito, não tenho?
Mas voltando à vaca fria (e por falar em vacas, o raio da música passou-me, dá para acreditar? Sou mesmo uma nódoa, a culpa é de não ter aprendido as músicas na altura certa, agora passou o timming...), o que me chateia não são estes períodos em si, é mesmo o facto de eles agora serem cada vez mais frequentes. Antes era coisa passageira, mesmo passageira, mas agora instalam-se de armas e bagagens, mesmo para ficar e moer! E moem. Especialmente por não lhes conseguir atribuir uma causa lógica mas achar sempre que se devem aos mesmos problemas (ou a cenas que não sendo verdadeiros problemas para mim são causadores de muitas dores de cabeça - e não me venham com a teoria da falta de café que tirei a prova estes dias e não estou viciada!). Mas como eu ia escrevendo, se há coisa que acho que posso afirmar de mim é: sou mesmo limitada e então vou repetindo os problemas! Falta de criatividade em arranjar uns novos? Falta de capacidade? Ou tem a ver com o facto de ir avançando sem resolver os antigos? Vou deixando para trás na esperança de que eles se auto-resolvam, ou pura e simplesmente desapareçam, mas não tenho muita sorte e de vez em quando lá pulam eles do mais profundo do meu cérebro, para mostrar que, pelo menos na minha cabeça, continuam por resolver.
E sei (ao menos uma coisa que sei), que o início da resolução de qualquer problema (imaginário ou não) começa na nossa própria mente! Temos de identificá-lo, aceitá-lo (esta parte é complicada) e arranjar uma forma de lidar com ele e, se possível, resolvê-lo!
Claro que isto às 2 da manhã, na véspera de um dia em que tenho exame de uma cadeira que estou mesmo a detestar, faz tudo imenso sentido!!!
Mas também é um facto que digo (e escrevo) muitas coisas sem sentido! E hoje que me senti capaz de pôr por escrito aquilo que me ia na mente parece-me um bom dia para o fazer!
Portanto, depois de algumas linhas de devaneio, cá vai:
...
...
...
Ora bem, pensei que isto agora fosse fluir, depois de uma introdução como aquela...
Não me correu bem, pois não? Será que o que tinha mesmo vontade era de escrever? Qualquer coisa?
Posso dizer aqui, publicamente, que aquela cena que me anda a comer as 6ªs à noite, os sábados e parte significativa do meu salário é um tremendo erro na minha vida! Donde tirei a ideia peregrina que devia fazer isto não sei! Só sei que agora tenho de andar mais não sei quantos meses a desembolsar umas massas e a fingir que me interesso... Ou então não... Os primeiros tempos foram fixes, mas agora... Não sei se será cansaço, mas a mim soa-me mesmo a desinteresse. Completo e sincero. E no entanto agora tenho de ir até ao fim.... Treta! Claro que isso já me aconteceu uma vez! Novamente a história dos erros repetidos!
Resolução: aguentar-me! Nesta não tenho grande remédio...
E o trabalho? Aquilo que eu faço que me garante o sustento? Estou FARTA! Não de trabalhar (isso também, mas acho que é porque preciso de desligar), mas da monotonia! E da sensação de estar a ficar mais estúpida by the minute. Porque estou mesmo. A perder as capacidades que até tenho (tinha?). A não aprender nem evoluir. Mas também sei que não tenho feito muito para contrariar isto. Quase quase que me acomodei. Porque desisti de acreditar. Já não acredito que possa fazer algo diferente, que tenha capacidade para isso. Das poucas coisas que decorei para o exame para amanhã (e que li também, mas isso já é um pormenor) é uma pseudo fórmula que diz que a motivação = vontade x convicção. Não acredito que a tenha percebido inteiramente, mas acho que para estar motivada teria de perceber aquilo que quero efectivamente fazer (a minha vontade) e acreditar que o posso verdadeiramente fazer. Mas será que ninguém me pode dar uma ajudinha e dizer-me o que é que eu quero fazer e ainda não percebi?
Resolução: não faço a mais pálida ideia...
Também lá pelo meio dos slides do prof diz qualquer coisa acerca de grupos de referência... E precisamente um dos exemplos que o prof dá, de um grupo dissociativo, dos quais ninguém quer fazer parte e de onde as pessoas geralmente fogem (o exemplo está mesmo lá, vê-se um bonequinho a correr para longe desse grupo) é um grupo no qual eu estou inserida! Isso para a auto-estima é do best... E depois é suposto eu ter vontade de ir aquelas aulas? E eu sei que podia tentar mudar e passar para o outro grupo, mas isso far-me-ia uma pessoa melhor? Seria mais feliz por isso? Sei que posso tentar, mas será que quero? Sempre acreditei na utopia de que gostassem de mim pelo que sou, uma vez que acredito que gosto dos outros pelos que são em vez de como são ou do que têm, mas se eu própria não gosto de mim (e digo isto sinceramente, eu não me suporto e não sei como há quem consiga) como é que alguém pode gostar? E digo isto em todos os campos que consigam pensar...
Outra que me anda a dar que pensar: "Eu nunca amei"... Eu não bebo o golinho... E queria! Porque é lixado não saber como é o sentimento. E aqui creio que também sabem ao que me refiro! Mas amar e não ser amado não será igualmente lixado? Uma vez mais não sei a resposta... E esta ausência de respostas não é nada positiva, porque deixamos de ter certezas.
A minha cosmovisão anda lixada, porque as histórias em que confortavelmente acreditava estão a ser derrubadas uma a uma. Isto já devia ter acontecido há mais tempo... Tipo assim... Quando passei para a fase pré-adulta... Mas não passou! E agora que me sinto numa idade em que devia ter algumas certezas e respostas não tenho. Falhei. Uma vez mais.
Tenho falado muito acerca da (in)capacidade de ver o lado positivo da vida. Parece que é hereditário. E que corre na minha família. E que é um caracter que só se mostra numa fase mais tardia do desenvolvimento. Ou que está condicionado pelo tempo...Ou pelos pólenes...
E agora que vos escrevi uma carta, como se de uma folha de um diário se tratasse, vou até ali dormir num instantinho, para acordar cedo, entrar em modo automático e passar mais um dia... Já calculavam que fosse aparecer algo assim por aqui, só faltava eu escrever mesmo não era?... Ao menos que mantenha a minha previsibilidade...
Mas hoje venho quebrar o silêncio, até porque já tenho saudades de me ver escrita. É egocentrismo, eu sei, mas também tenho direito, não tenho?
Mas voltando à vaca fria (e por falar em vacas, o raio da música passou-me, dá para acreditar? Sou mesmo uma nódoa, a culpa é de não ter aprendido as músicas na altura certa, agora passou o timming...), o que me chateia não são estes períodos em si, é mesmo o facto de eles agora serem cada vez mais frequentes. Antes era coisa passageira, mesmo passageira, mas agora instalam-se de armas e bagagens, mesmo para ficar e moer! E moem. Especialmente por não lhes conseguir atribuir uma causa lógica mas achar sempre que se devem aos mesmos problemas (ou a cenas que não sendo verdadeiros problemas para mim são causadores de muitas dores de cabeça - e não me venham com a teoria da falta de café que tirei a prova estes dias e não estou viciada!). Mas como eu ia escrevendo, se há coisa que acho que posso afirmar de mim é: sou mesmo limitada e então vou repetindo os problemas! Falta de criatividade em arranjar uns novos? Falta de capacidade? Ou tem a ver com o facto de ir avançando sem resolver os antigos? Vou deixando para trás na esperança de que eles se auto-resolvam, ou pura e simplesmente desapareçam, mas não tenho muita sorte e de vez em quando lá pulam eles do mais profundo do meu cérebro, para mostrar que, pelo menos na minha cabeça, continuam por resolver.
E sei (ao menos uma coisa que sei), que o início da resolução de qualquer problema (imaginário ou não) começa na nossa própria mente! Temos de identificá-lo, aceitá-lo (esta parte é complicada) e arranjar uma forma de lidar com ele e, se possível, resolvê-lo!
Claro que isto às 2 da manhã, na véspera de um dia em que tenho exame de uma cadeira que estou mesmo a detestar, faz tudo imenso sentido!!!
Mas também é um facto que digo (e escrevo) muitas coisas sem sentido! E hoje que me senti capaz de pôr por escrito aquilo que me ia na mente parece-me um bom dia para o fazer!
Portanto, depois de algumas linhas de devaneio, cá vai:
...
...
...
Ora bem, pensei que isto agora fosse fluir, depois de uma introdução como aquela...
Não me correu bem, pois não? Será que o que tinha mesmo vontade era de escrever? Qualquer coisa?
Posso dizer aqui, publicamente, que aquela cena que me anda a comer as 6ªs à noite, os sábados e parte significativa do meu salário é um tremendo erro na minha vida! Donde tirei a ideia peregrina que devia fazer isto não sei! Só sei que agora tenho de andar mais não sei quantos meses a desembolsar umas massas e a fingir que me interesso... Ou então não... Os primeiros tempos foram fixes, mas agora... Não sei se será cansaço, mas a mim soa-me mesmo a desinteresse. Completo e sincero. E no entanto agora tenho de ir até ao fim.... Treta! Claro que isso já me aconteceu uma vez! Novamente a história dos erros repetidos!
Resolução: aguentar-me! Nesta não tenho grande remédio...
E o trabalho? Aquilo que eu faço que me garante o sustento? Estou FARTA! Não de trabalhar (isso também, mas acho que é porque preciso de desligar), mas da monotonia! E da sensação de estar a ficar mais estúpida by the minute. Porque estou mesmo. A perder as capacidades que até tenho (tinha?). A não aprender nem evoluir. Mas também sei que não tenho feito muito para contrariar isto. Quase quase que me acomodei. Porque desisti de acreditar. Já não acredito que possa fazer algo diferente, que tenha capacidade para isso. Das poucas coisas que decorei para o exame para amanhã (e que li também, mas isso já é um pormenor) é uma pseudo fórmula que diz que a motivação = vontade x convicção. Não acredito que a tenha percebido inteiramente, mas acho que para estar motivada teria de perceber aquilo que quero efectivamente fazer (a minha vontade) e acreditar que o posso verdadeiramente fazer. Mas será que ninguém me pode dar uma ajudinha e dizer-me o que é que eu quero fazer e ainda não percebi?
Resolução: não faço a mais pálida ideia...
Também lá pelo meio dos slides do prof diz qualquer coisa acerca de grupos de referência... E precisamente um dos exemplos que o prof dá, de um grupo dissociativo, dos quais ninguém quer fazer parte e de onde as pessoas geralmente fogem (o exemplo está mesmo lá, vê-se um bonequinho a correr para longe desse grupo) é um grupo no qual eu estou inserida! Isso para a auto-estima é do best... E depois é suposto eu ter vontade de ir aquelas aulas? E eu sei que podia tentar mudar e passar para o outro grupo, mas isso far-me-ia uma pessoa melhor? Seria mais feliz por isso? Sei que posso tentar, mas será que quero? Sempre acreditei na utopia de que gostassem de mim pelo que sou, uma vez que acredito que gosto dos outros pelos que são em vez de como são ou do que têm, mas se eu própria não gosto de mim (e digo isto sinceramente, eu não me suporto e não sei como há quem consiga) como é que alguém pode gostar? E digo isto em todos os campos que consigam pensar...
Outra que me anda a dar que pensar: "Eu nunca amei"... Eu não bebo o golinho... E queria! Porque é lixado não saber como é o sentimento. E aqui creio que também sabem ao que me refiro! Mas amar e não ser amado não será igualmente lixado? Uma vez mais não sei a resposta... E esta ausência de respostas não é nada positiva, porque deixamos de ter certezas.
A minha cosmovisão anda lixada, porque as histórias em que confortavelmente acreditava estão a ser derrubadas uma a uma. Isto já devia ter acontecido há mais tempo... Tipo assim... Quando passei para a fase pré-adulta... Mas não passou! E agora que me sinto numa idade em que devia ter algumas certezas e respostas não tenho. Falhei. Uma vez mais.
Tenho falado muito acerca da (in)capacidade de ver o lado positivo da vida. Parece que é hereditário. E que corre na minha família. E que é um caracter que só se mostra numa fase mais tardia do desenvolvimento. Ou que está condicionado pelo tempo...Ou pelos pólenes...
E agora que vos escrevi uma carta, como se de uma folha de um diário se tratasse, vou até ali dormir num instantinho, para acordar cedo, entrar em modo automático e passar mais um dia... Já calculavam que fosse aparecer algo assim por aqui, só faltava eu escrever mesmo não era?... Ao menos que mantenha a minha previsibilidade...
Tuesday, July 03, 2007
02.07
E agora num momento altamente infantil (e tardio):
PARABÉNS a MIM!!!
25 aninhos ontem! A idade perfeita para fazer todas aquelas coisas que quero fazer e que até hoje não tive coragem!
Obrigada a quem ontem esteve comigo, quer presencialmente quer em espírito!
Adoro-vos a todos (ou todas, mas isso agora...)
PARABÉNS a MIM!!!
25 aninhos ontem! A idade perfeita para fazer todas aquelas coisas que quero fazer e que até hoje não tive coragem!
Obrigada a quem ontem esteve comigo, quer presencialmente quer em espírito!
Adoro-vos a todos (ou todas, mas isso agora...)
Tuesday, June 12, 2007
Santos populares
Confesso que nunca fui grande adepta desta tradição... nunca sequer a vivenciei, mas este ano ofereceram-me um manjerico! (Muito obrigada, prometo que vou tratar dele o melhor que conseguir!)Resolvi fazer uma pesquisa muito rápida na net e claro que o primeiro resultado me levou imediatamente a um outro blog! Cá está o link: http://lisboanoguiness.blogs.sapo.pt/33309.html
Claro que podia ter continuado a procurar...e a descobrir... mas por um qualquer fenómeno (conhecido na gíria por preguiça) não me apetece, pelo que vou encostar-me um bocadinho a ver as estreias de cinema desta semana!
Bons festejos dos Santos!!!
Thursday, June 07, 2007
Casamentos...
Era uma vez uma linda princesa que vivia num castelo encantado. Com ela viviam o rei, a rainha e as suas duas irmãs (não más... pelo menos a tempo inteiro, que as irmãs têm sempre um bocadinho de malvadez...). Como todas as princesas ela sonhava com o seu príncipe encantado. E ela sabia, como todas as princesas, que ele havia de vir montado num cavalo e iria levá-la com ele.
E ele chegou. E num cavalo. E ela soube logo que era ele! (Ele é que não percebeu logo, mas os rapazes são sempre um bocadinho mais lentos que as meninas...)
E anos depois, quando ambos já perceberam, admitiram e assumiram o que sentiam... Vem o inevitável casamento! A princesa, sempre inovadora, bem tentou fugir à cerimónia, mas o príncipe não se deixou vencer por provas e acabou por convencê-la! A festa está para breve, e lá estaremos todos os convidados do reino para celebrar a unão oficial!
E agora que já transformei a história de alguém muito querido num conto de fadas... chega a altura de dissertar: mas porque é que as pessoas se casam? Há bocadinho estive a falar e chegamos à conclusão que as pessoas se casam por vários motivos, entre eles:
1 - fazer uma festa bonita em que juntem familia e amigos;
2 - aproveitar para ganhar uns trocos e prendas;
3 - oficializar uma relação que até já pode existir, mas que ainda não está legalizada;
4 - beneficios fiscais...
E assim de repento não me lembro de mais nada. Não que estes não sejam motivos suficientes, claro. Até porque o podiam fazer só porque sim!
E agora vem a parte da confissão: e não é que ultimamente ando a sonhar com casamentos? O meu, para ser mais precisa... E depois acordo angustiadíssima! Não sei se por não ter noivo, ou se por não ter descansado absolutamente nada! É que geralmente sonho que vou casar e que devia estar a ir para a igreja, mas à última da hora mudo de ideias e vou fazer outra coisa qualquer! Esta noite, por exemplo, em vez de ir para a igreja fui para o Festróia! É que eu e a Rita (que me estava a ajudar a preparar) queriamos um autógrafo do Christofer Lee! E lá fomos nós! Mas o melhor mesmo foi eu ter ficado presa no elevador com o Clive Owen! Ah pois é! Foi um sonho e pêras! Só não cheguei a saber se a Rita tinha conseguido ver o Gandalf...
Isto de uma pessoa andar medicada tem destas coisas... Eu a pensar que as noites iriam ser tranquilas e é isto... Só a mim!
E ele chegou. E num cavalo. E ela soube logo que era ele! (Ele é que não percebeu logo, mas os rapazes são sempre um bocadinho mais lentos que as meninas...)
E anos depois, quando ambos já perceberam, admitiram e assumiram o que sentiam... Vem o inevitável casamento! A princesa, sempre inovadora, bem tentou fugir à cerimónia, mas o príncipe não se deixou vencer por provas e acabou por convencê-la! A festa está para breve, e lá estaremos todos os convidados do reino para celebrar a unão oficial!
E agora que já transformei a história de alguém muito querido num conto de fadas... chega a altura de dissertar: mas porque é que as pessoas se casam? Há bocadinho estive a falar e chegamos à conclusão que as pessoas se casam por vários motivos, entre eles:
1 - fazer uma festa bonita em que juntem familia e amigos;
2 - aproveitar para ganhar uns trocos e prendas;
3 - oficializar uma relação que até já pode existir, mas que ainda não está legalizada;
4 - beneficios fiscais...
E assim de repento não me lembro de mais nada. Não que estes não sejam motivos suficientes, claro. Até porque o podiam fazer só porque sim!
E agora vem a parte da confissão: e não é que ultimamente ando a sonhar com casamentos? O meu, para ser mais precisa... E depois acordo angustiadíssima! Não sei se por não ter noivo, ou se por não ter descansado absolutamente nada! É que geralmente sonho que vou casar e que devia estar a ir para a igreja, mas à última da hora mudo de ideias e vou fazer outra coisa qualquer! Esta noite, por exemplo, em vez de ir para a igreja fui para o Festróia! É que eu e a Rita (que me estava a ajudar a preparar) queriamos um autógrafo do Christofer Lee! E lá fomos nós! Mas o melhor mesmo foi eu ter ficado presa no elevador com o Clive Owen! Ah pois é! Foi um sonho e pêras! Só não cheguei a saber se a Rita tinha conseguido ver o Gandalf...
Isto de uma pessoa andar medicada tem destas coisas... Eu a pensar que as noites iriam ser tranquilas e é isto... Só a mim!
Monday, May 28, 2007
Delta Office
Momento de pausa. Num dia não tão cheio assim. Ou num dia que não quero nem vou encher!
Tenho as folhas do exercicio de contabilidade do meu lado direito. As requisições para a Axa do lado esquerdo. O café já foi, algures entre um "boa tarde" e um "vou ver o que consigo fazer". Coisas que faço em piloto automático.
Hoje não é 2ª feira. No meu mundo paralelo, onde eu estou efectivamente a passar o dia, é domingo. Está a choviscar. E estás lá tu. Com aquele sorriso que não mudou nem um bocadinho nestes últimos... 8 anos? O tempo passou. Ou será que parou? Não me viste e eu vi-te a ti. Reconheci-te antes de te ver. Há coisas que nunca mudam. Sentimentos que hibernam, mas que voltam. Só para mostrarem o quão importantes foram. Coisa passageira, mas que marca. Gostei de te ter visto. De saber que estás (aparentemente) bem. De perceber que foste importante para mim.
E no meu mundo alternativo, aquele do piloto automático, há um outro tu que me vem com uma conversa marada de testes... Não era uma conversa tão marada assim, mas não pensei que me conseguisses ler tão bem. E que me falasses tão claramente assim (ou escrevesses, graças ao Msn) acerca de uma coisa acerca da qual não falamos e que mantemos no limiar de.. sei lá do quê!
E pronto... Acho que vou escrever em piloto automático ao abutre! Só para provocar e felicitar por umas vitórias clubísticas... Também provoco...
Tuesday, May 22, 2007
Racionalizando
Ora vamos lá a tentar perceber o que correu mal...
Apanhar um trânsito brutal. Parece que há quem bata em dias de chuva e o carrinho era demasiado pequeno para o camião o ter visto... Lixou-se o dono do carro e todos aqueles que queriam sair da A1 para Santa Iria... Pacífico.
Chegar 40 minutos atrasada em virtude do referido trânsito e do outro que já é costume. Pacífico.
Um sorriso rasgado de boas vindas. Beijo grande e "estava a ficar preocupado contigo". Muito bom!
Trabalho. Menos bom.
Mails marados com aviso de leitura. A piorar.
Telefonemas ainda mais marados do autor do mail. Ai o caraças...
Confidências amorosas de um passarinho que não se anilha para estes lados. Descambou!
Porque há dias que até podiam ter um saldo positivo... mas hoje não me parece que seja um deles...
Confusões à Paty...
Esta não resisto a partilhar!
Tendo eu um trabalho que envolve falar telefonicamente com muitas pessoas, é normal que me torne relativamente boa nessa arte de fingir que está tudo bem e que os passarinhos cantam sempre!
E até percebo que se criem empatias com certas pessoas com quem se falar regularmente, chegando a existir autênticas amizades telefónicas (basta pensar no meu Pedrinho), mas daí aos filmes que se desenrolam de vez em quando... Devo ser eu quem os fomento, só pode! Há aquele célebre desvario que deu no que deu (guarda-rios e tal...) e agora há um abutre que não me larga a porta! Até acho piada, mas só enquanto ele não se esticar nem abrir as asinhas!
Et voilá: mais um post sem aparente sentido!
Wednesday, May 16, 2007
Quando as palavras não esticam...
Há alturas de verborreia intensa. Em que há disparates suficientes para este blog, para o outro e para mais se houvesse!
E tenho outras alturas em que bem penso e repenso, mas os disparates são repetidos e não consigo escrever. Acho que o meu cérebro finalmente deu o berro. Há muito que ele pedia uma revisão, que eu fui adiando, adiando...
E agora preciso de comprar um novo! (Lembra-me o veículo automóvel de alguém...) não sabem por acaso onde se arranja isso, não?
E numa tentativa desesperada de estar um bocadinho mais a par:
"Droga: Apreendidas quase cinco toneladas de haxixe em Almodóvar e Grândola
Quase cinco toneladas de haxixe foram apreendidas em várias diligências realizadas segunda-feira no sul do país, onde foram ainda detidas três pessoas, anunciou hoje a Polícia Judiciária (PJ). " in www.lusa.pt
Quase cinco toneladas de haxixe foram apreendidas em várias diligências realizadas segunda-feira no sul do país, onde foram ainda detidas três pessoas, anunciou hoje a Polícia Judiciária (PJ). " in www.lusa.pt
E não é que andam aí umas pessoas a tentar que a economia do país ande para a frente, que circule dinheiro e tal... E depois cortam-lhe assim as pernas, só porque é ilegal... Realmente não há respeito pelo esforço das pessoas! E agora devem ir queimar a haxixe! Que desperdício de recursos...
Friday, May 11, 2007
Ups
É uma capacidade tal de alheamento. De conseguirmos fugir à nossa própria realidade. De deixarmos passar as coisas que realmente importam. Que verdadeiramente fazem a diferença na nossa vida. E depois ser atingido pelo erro com a força de um estalo. Merecidíssimo, é certo, mas um pouco tardio... Enfim, é possível recuperar (neste caso, pelo menos), mas será que ainda vou a tempo de acordar?
Tuesday, May 08, 2007
MSN
E eis que haviam duas hipóteses:
- dizer "sabes que gosto muito de ti"
- fechar a janela
A escolha não foi a mais correcta. Sei-o de antemão. Não que estivesses à espera da outra, mas surpreender-te-ia e manteria aberta uma outra janela... Que o vento está a fechar devagarinho, mas com uma força que não consig contrariar. Já o vi acontecer uma vez... E sei que vai voltar a acontecer... 6º sentido...
- dizer "sabes que gosto muito de ti"
- fechar a janela
A escolha não foi a mais correcta. Sei-o de antemão. Não que estivesses à espera da outra, mas surpreender-te-ia e manteria aberta uma outra janela... Que o vento está a fechar devagarinho, mas com uma força que não consig contrariar. Já o vi acontecer uma vez... E sei que vai voltar a acontecer... 6º sentido...
Monday, May 07, 2007
Relógio biológico II
"Casamento é um relacionamento a dois, no qual uma das pessoas está sempre certa e a outra é o marido."
Olha para o que me havia de dar agora! Casamentos e filhos! Não sei bem onde ando com a cabeça! A culpa deve ser da minha sobrinha que agora insiste em pedir-me em primo para brincar! Não é que eu me importasse muito de lho dar... Se isso não implicasse ter uma criança... e tomar conta dela... enfim... acho que o melhor mesmo é arranjarem-lhe um irmão... ou um cão!
A frase inicial é porque lhe achei piada!
Olha para o que me havia de dar agora! Casamentos e filhos! Não sei bem onde ando com a cabeça! A culpa deve ser da minha sobrinha que agora insiste em pedir-me em primo para brincar! Não é que eu me importasse muito de lho dar... Se isso não implicasse ter uma criança... e tomar conta dela... enfim... acho que o melhor mesmo é arranjarem-lhe um irmão... ou um cão!
A frase inicial é porque lhe achei piada!
Sunday, April 29, 2007
Relógio biológico
Um dos mitos mais bem enrizados de que já ouvi falar!
Diz que existe uma altura da vida em que as pessoas querem casar e ter filhos e não sei mais o quê! Mas que história é essa? Então o estar preparado para qualquer uma dessas actividades fica onde? A responsabilidade que é precisa? E a estabilidade? Não encontramos esse tipo de características como por magia, só porque estamos a atingir uma determinada idade!
Portanto vou continuar a viver na minha eterna adolescência!
Entretanto se conseguisse arranjar um salário um bocadinho mais elevado para arranjar casa para mim...
Wednesday, April 25, 2007
Sono
A maravilha que é poder acordar à hora que se quer... Sem stress para ir para o trabalho!
...
E depois acordar cedo à mesma... cheia de fome!
Isto realmente! O estômago não foi conivente com o resto do corpo!!!
De qualquer modo, como já me disseram hj: Feliz 25 de Abril!!! Agora vou ali aproveitar a minha liberdade para arrumar o meu covil...
Saturday, April 21, 2007
(A)trapalhada
Há coisas mesmo difíceis de dizer. Que custam a sair. Claro que uma barreira gigantesca de silêncio não é opção... Pelo menos a mais certa. Esperar que percebam pelo silêncio não é a maneira de fazer passar a mensagem... Mas foi a adoptada...
Agora a mensagem passou, foi compreendida (talvez não tão definitivamente compreendida como seria se tivesse sido bem passada) e... ficou um imenso sentimento de culpa, de tristeza...
São anos e anos a desejar algo que... quando chega... não é bem aquilo que queremos... Ou como queremos...
DESCULPA!
Thursday, April 19, 2007
Decisões tomadas e adiadas
A opção correcta. Aquela que é a mais própria, mais coerente. Que vai de encontro a todos os principios morais e éticos...
Não existe!
Há sim aquela que é mais correcta para cada pessoa...
Sei o que tenho a fazer. Sei que tenho de o comunicar. Mas também sei que vai magoar. E não queria... magoar, que a decisão mantém-se...
Bolas...Desculpa!
Não existe!
Há sim aquela que é mais correcta para cada pessoa...
Sei o que tenho a fazer. Sei que tenho de o comunicar. Mas também sei que vai magoar. E não queria... magoar, que a decisão mantém-se...
Bolas...Desculpa!
Saturday, March 03, 2007
Leituras avulso
"... continuava a brincar com a corte do chapeleiro, convencida que ele um dia conheceria outra rapariga mais pelos ajustes e partiria em rumos mais proveitosos. Entretanto, sentir-se desejada e apreciada bastava para queimar a solidão e a nostalgia de tudo que tinha deixado para trás."
in A sombra do vento, Carlos Ruiz Zafón
Este livro não foi exactamente escolhido por mim na hora de o comprar. Mas ainda bem que lá estiveste comigo! Estou a gostar muito! É um romance sombrio e triste q.b. E encontrei lá este pedaço de sabedoria. Que me tocou de uma maneira que não sei explicar. Ou que sei e não quero. Porque dizê-lo só ia reforçar uma coisa que já sei, mas que continuo a não aceitar.
É tão mais fácil fechar os olhos e continuar em frente. Fechar os olhos e fingir que não se vê. Que não se sente... Raio da mente humana... Onde anda o botão de off?
Monday, February 19, 2007
Friday, February 02, 2007
Deixa andar
E ver no que dá.
Deixa-me é arranjar uma rede e tentar arranjar uns passaritos novos. Mais mexidos que o guarda-rios.
Nunca escondi que era mais de picanços barreteiros, bicos grossudos, gaios... quem julgo eu que engano? Só se for a mim própria!
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